ENECOS e Coletivo Juntos Somos Forte realizam Iº Enfecom

enecos-logo A Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social e o Coletivo Juntos Somos Fortes estão realizando em Cuiabá o Iº Enfecom – Encontro de Formação Política da Comunicação,  nos dias 9 a 12 de outubro da ASBEMAT (Associação dos Servidores da BEMAT). Serão quatro dias de debates em uma metodologia de construção coletiva e auto-organização. Em pauta, temas que vão desde a sociedade, seu funcionamento, e como esta afeta a Comunicação Social; uma análise da situação política do Brasil e da região; um breve histórico do movimento estudantil geral, suas conquistas e mudanças; e um Grupo de Trabalho para tratar do movimento estudantil de comunicação ontem e hoje. Mais informações aqui. Veja a programação abaixo:

 

Dias/Horários

SEXTA

SÁBADO

DOMINGO

SEGUNDA

MANHÃ

Chegada e credenciamento

Debate: Análise Nacional da Politica

Facilitador: Prof. Saulo (Faculdade de Direito – Unirondon)

 

Grupo de Trabalho: Sociedade Civil e o ME: História, conquistas e mudança.

Lehu Wanio (Diretor da UNE – oposição)

(Prof. Yuri Kopkak - Faculdade de Comunicação – Unirondon) 

Planária

Espaço de avaliação do Encontro

TARDE

Chegada e credenciamento

Debate: Comunicação e Participação na Sociedade.

Cláudio (Centro de Cultura Popular)

 

Grupo de Trabalho: Mecom: O que é e o que pode ser?

(Coletivo ENECOS Centro-Oeste)  

Dinâmica de Encerramento

NOITE

Mística de abertura

Intervenção Outros Quintanas

Cultural: Triêro

Filme – Debate

Cultural:

Filmes relacionados a ME – Debate

Cultural: Noite de Samba

 

Triste fim.

DCE e Centros Acadêmicos realizam ato em defesa da Assistência Estudantil

                        No dia 09 de outubro os estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso, farão um ato em defesa da Assistência Estudantil. O Ato será realizado às 09:00. Concentração em frente a praça do R.U. PARTICIPE!

                      No mês passado o DCE recebeu um Dossiê sobre o uso do dinheiro público feito pela Administração Superior da Universidade. Muitos números que constam nos documentos estão incompletos e não são transparentes. O DCE com os documentos em mãos, levou-os ao Conselho de Entidades de Base, para que os centros acadêmicos apreciassem os dados e as ações da Administração.

ufmt No mês de junho, foi acordado entre o DCE, CA’s e Reitoria que a universidade cederia um ônibus para que os estudantes pudessem ir ao Congresso da UNE. Todos os delegados do Congresso, poderiam ir nesse ônibus sendo que o DCE, como entidade estudantil, organizaria a ida dos estudantes. O acordo foi público. Durante o Congresso da UNE, estudantes da UFMT que não estavam no ônibus do DCE foram ao evento. Nos documentos que foram entregues ao DCE, constavam que vários estudantes (secudaristas, escolas particulares e da própria UFMT) foram ao CONUNE com dinheiro da reitoria: cerca de 5:000 reais. E todos os estudantes que receberam favorecimento da reitoria são de um grupo político: UJS (União Juventude Socialista). Sendo assim, o DCE junto ao CA’s realizará um ato em defesa da Assistência Estudantil! A reitoria não deve favorecer grupos políticos. Segue abaixo a nota de repudio feita pelos CA’s e DCE, aprovada em CEB.

Nota de repúdio ao favorecimento de grupos estudantis por parte da Reitoria

                      A reitoria em 2008 mudou de nome, mas não mudou de cara. Saiu Paulo Speller e entrou Maria Lúcia Cavalli, ambos ligados ao mesmo grupo político e ao PT (Partido do Governo Federal). Com a proposta de “gestão democrática”, a direção da UNE, UJS, PPS e várias juventudes político-partidárias apoiaram sua candidatura. Maria Lúcia ganhou as eleições, dando uma lição de como seria sua relação com o Movimento Estudantil ou com quem teria essa relação.

                      A gestão mal começou e os ataques são múltiplos: não cumprimento de acordos firmados pela gestão Speller na aquisição de veículos para aulas de campo, restrição dos espaços públicos da universidade, aumento na repressão dos estudantes no campus,, aprovação arbitrária ao vestibular unificado sem discussão com a comunidade acadêmica e o maior ataque aos estudantes da universidade, a proposta de privatização do Restaurante Universitário.

                      O Movimento Estudantil da universidade organizou-se contra a  privatização do R.U, pois ele é uma ferramenta essencial para Assistência Estudantil. Milhares de estudantes da UFMT comem todos os dias no R.U e muitos estudantes de outras cidades, só conseguem a permanência na universidade,  devido ao Restaurante público, de qualidade e a 1 real.

                      Em contrapartida, sempre houveram setores no Movimento Estudantil que defenderam os ataques promovidos pela administração superior, chegando ao ponto de estares juntos com a reitora na OAB aprovando através de “Ad referendum” a proposta de vestibular unificado. Nesse caso, a direção majoritária da UNE e da UBES (UJS). Na campanha contra a privatização do R.U, esses grupos afirmavam que a privatização poderia trazer avanços na qualidade da comida, defendendo a cartilha da Reitoria.

O Movimento Estudantil autônomo na universidade, composto pela maioria dos Centros Acadêmicos e pela direção do DCE, sempre denunciou que o apoio às propostas da reitoria, era devido ao atrelamento político e financeiro dessas juventudes político-partidárias. Esse fato foi reforçado não só pela defesa política que esses grupos atrelados fazem à administração superior, mas por denúncias que saíram de um quadro interno da administração que abandou seu cargo, no caso, a ex-coordenadora de articulação com os estudantes, Renata Cabreira. Ela escreveu uma carta pública relatando vários casos anteriormente denunciados pelo Movimento Estudantil autônomo. Segue abaixo uma parte da carta da Renata Cabreira :

“Também divirjo frontalmente da concepção de que grupos de estudantes devam receber tratamento diferenciado da administração em função de seus posicionamentos políticos. E, mesmo quando consegui, com muita paciência, diálogo constante com os diversos grupos, produzir consenso, fui desrespeitada pelo Pró-reitor que deliberou o contrário do consenso construído.”

                        Com base nos fatos descritos acima o movimento estudantil da UFMT, repudia o financiamento e o atrelamento da reitoria com as juventudes dos partidos políticos. É principio da Administração pública conforme o Art 37 da Constituição de 1988:  A Impessoalidade “A administração deve servir a todos, sem preferências ou aversões pessoais ou partidárias” e o principio Igualdade “Dentro das mesmas condições, todos devem ser tratados de maneira igual.”

                      Exigimos que reitoria trate todos os estudantes de forma igualitária, e não privilegie grupos e juventudes de partidos políticos, pois ao financiar/beneficiar/apoiar grupos, a reitoria está ferindo a autonomia do movimento estudantil. Repudiamos também as juventudes dos partidos políticos que no movimento estudantil servem de braço da reitoria.

POR UM MOVIMENTO ESTUDANTIL LIVRE, DEMOCRÁTICO E PELA BASE!

DCE-UFMT GESTÃO “NÃO VOU ME ADAPTAR” 2008/2009 E CENTROS ACADÊMICOS

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Semana Hispano-Americana

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Manifestação pela revisão do processo seletivo da UFMT

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                        A sociedade matogrossense acompanhou a batalha dos estudantes  contra a adesão arbitrária ao vestibular unificado. No mês de maio, os estudantes ocuparam a reitoria duas vezes na mesma semana exigindo discussão sobre o projeto que aparentemente democratizava o acesso as instituições federais. Mesmo com os atos políticos e os enfretamentos travados pelos estudantes, a administração superior da universidade fugiu para a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e aprovou o Vestibular Unificado. A direção majoritária da UNE e da UBES apoiou a atitude da reitora e esteve presente durante a adesão, mostrando claramente seu atrelamento político e financeiro com a reitoria.

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                     Após a adesão, os estudantes fizeram uma manifestação no Ministério Público e denunciaram a adesão arbitrária que não havia sido passada pelos conselheiros do CONSEPE (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão). Os estudantes abriram a denúncia que foi apurada pelo Procurar do MPF. Os estudantes não desistiram e passaram nas escolas públicas e particulares denunciando a reitora da universidade. Cada estudante em sua escola, fez questão de mostrar a face ditatorial da Reitora, que se submete aos políticas eleitorais do governo federal.

03                     No ínicio de outubro vêm a tona a farsa do ENEM. Com o pretexto de mobilidade acadêmica, democratizção do acesso e fim da decoreba, o MEC/INEP estão com dificuldades para realizar o exame, que foi rejeitado pela maioria das universidades federais. Muitos estudantes devem realizar o exame fora de sua cidade, pois não há espaço (escolas) suficientes para realização do exame. E a fraude do ENEM foi revelada. No início de mês, o jornal “Estado de São Paulo” denunciou o vazamento da prova. Dois homens negociaram com o Jornal a venda da prova, que havia sido fornecida por um funcionário do INEP. O exame está sendo investigado pela Polícia Federal

                  Sendo assim, venha mostrar sua indignação! Convocamos a comunidade matogrosssense à participar da Manifestação pela Revisão do Processo Eleitoral da UFMT. Segunda (05/10) concentração do Mercado Comper (Av. Fernando Corrêa) às 09:00.

NOTA: DCE convoca Conselho de Entidades de Base

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NOTA:

O Diretório Central dos Estudantes convoca os Centros Acadêmicos a participarem do Conselho de Entidades de Base que será realizado no dia 01 de outubro às 18:00, na sede do Diretório Central dos Estudantes (em frente ao Restaurante Universitário) com a seguinte pauta: Prestação de Contas, Assistência Estudantil e Abertura do Processo Eleitoral do DCE.

Congresso de Estudantes da UFMT: Momento Histórico no Movimento Estudantil de Mato Grosso

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No mês de setembro (dias 16, 17 e 18) foi realizado o I Congresso de Estudantes da UFMT, organizado pelo Diretório Central dos Estudantes (campus Cuiabá) e pelos Centros Acadêmicos.

O Congresso de Estudantes é a estância máxima de deliberação dos discentes, portanto, foi um marco histórico para o Movimento Estudantil que analisou, discutiu e debateu o movimento estudantil, a universidade e o DCE. O Congresso deliberou também um novo estatuto e as bandeiras políticas do DCE.

Dentre as bandeiras que foram aprovadas pelo Congresso estão: luta pela paridade em todas as instâncias deliberativas (CONSUNI, CONSEPE, Conselho Universitário etc), luta pelo Restaurante Universitário Público, de qualidade e a 1 real, luta pelos HU’s (Hospitais Universitários). Confira as moções aprovadas nos Grupos de Discussão:

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Moção de Apoio aos Professores da Rede Pública

Os Professores da Educação Pública sofrem há anos com a precarização das condições de trabalho: baixos salários, longas jornadas de trabalho, falta de paridade entre trabalhadores da educação efetivos e interinos, super lotação das salas de aulas, etc. Mesmo com todas os problemas, os professores têm resistido ao longo dos anos.

16_9_2009_19_36_43_marchaSintepGOs trabalhadores da educação lutam pela implantação do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) desde 1827. A Lei do Piso Salarial, que regulamenta o piso para todos os trabalhadores da educação, é uma conquista histórica dos trabalhadores, porém esta conquista tem sido ameaçada. Alguns estados e municípios brasileiros estão descumprindo o Piso Salarial estabelecido.

Desde então, foram iniciadas em todo o país, manifestações pelo cumprimento do Piso Salarial e pela melhoria das condições de trabalho. Milhares de professores foram às ruas lutar para que seus direitos fossem garantidos.

O I Congresso de Estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso, do campus Cuiabá, apóia as mobilizações dos professores da área da Educação em sua luta pela implantação e cumprimento do Piso Salarial sancionado. Nenhum direito a menos! Avançar nas Conquistas.

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Moção de Apoio à luta dos Médicos em Mato Grosso

A realidade da Saúde Pública do país está cada vez mais caótica. O sucateamento dos hospitais, a má remuneração dos trabalhadores da Saúde e a falta de investimento público no setor, têm contribuído para a insatisfação da classe trabalhadora.

Os médicos, por sua vez, cansados da exploração dos grandes empresários que vêem a Medicina apenas como fonte de lucro, lógica esta do setor privado, iniciaram uma série de mobilizações em Mato Grosso.

Nos últimos meses ocorreram pedidos de demissão em massa dos Médicos na capital. Os trabalhadores iniciaram uma Greve Geral no mês de setembro reivindicando mais verbas para a Saúde Pública, uma estrutura justa e de qualidade nas unidades do SUS, reajuste salarial e a readmissão dos médicos que foram demitidos.

O I Congresso de Estudantes da UFMT, do campus Cuiabá, expressa irrestrita solidariedade à justa luta dos Médicos de Cuiabá, que são lutas do conjunto da sociedade, por acesso à saúde pública, gratuita e de qualidade.

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Moção de Apoio aos Trabalhadores dos Correios

A Crise do Capital têm ferido os direitos dos trabalhadores, que estão sendo cada vez mais explorados. Indignados, os trabalhadores têm realizado manifestações, paralisações e atos.

Nos Correios, os trabalhadores exigem a redução da jornada, sem a redução do salário. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos já indica que entrará no Tribunal Superior do Trabalho (TST) contra a greve convocada pelos trabalhadores. Estas medidas repressoras ferem a autonomia dos trabalhadores que, pela constituição, têm direito à greve.

Tendo em vista, que o Movimento Estudantil compõe os Movimentos Sociais, o I Congresso de Estudantes da UFMT, do campus Cuiabá, apóia a luta travada pelos Trabalhadores dos Correios. O Movimento Estudantil há anos, luta contra as medidas repressoras que visam impedir as manifestações de rua.

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Moção de Apoio aos Estudantes da UNEMAT

Os estudantes da Universidade do Estado de Mato Grosso têm enfrentado sérios problemas em todos os âmbitos: estruturais, como a falta de verbas para todos os campi, a ausência de assistência estudantil, cobranças de taxas, falta de democracia nas instâncias de deliberação, dentre outros.

O Movimento Estudantil no interior do Estado iniciou, a cerca de um ano, um intenso processo de mobilização contra as imposições do atual reitor Taisir Karim.

O estatuto da UNEMAT foi aprovado no final do ano passado no Congresso Universitário, instância máxima de deliberação da universidade e deveria estar vigorando no início desse ano. Mas a administração superior da UNEMAT, além de não implementar o novo estatuto, desrespeitando deliberação também de Conselho Universitário, ainda cancelou todas as bolsas para estudantes na Universidade, acabando com a Assistência Estudantil que já estava precarizada.

Na UNEMAT, o Movimento Estudantil obteve uma vitória histórica: a garantia de paridade nos Conselhos, luta que é travada há anos na Universidade Federal de Mato Grosso, conquista comemorada também pelo ME da UFMT.

Outra vitória conquistada pelos estudantes, técnicos e professores, foi a aprovação da extinção da Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estatal.  A extinção dessa fundação reafirma a importância da participação popular e acadêmica nas decisões da universidade.

Porém, no último dia 11 de setembro um grande golpe atingiu os companheiros estudantes da UNEMAT: reunião do Conselho Curador para homologação do estatuto não só derrubou a paridade, como também reduziu a porcentagem de participação dos estudantes para 10%!

O momento agora é de reorganização do Movimento Estudantil pela base, em todos os campi e de resistência pela derrubada da decisão irregular do Conselho. O I Congresso dos Estudantes da UFMT se solidariza com a luta dos estudantes da UNEMAT e compõe com eles esta luta!

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*Em breve todas as bandeiras políticas e o estatuto aprovado no Congresso, serão postadas no blog.

Congresso de Estudantes aprova novo Estatuto para o DCE da UFMT

GD: Funcionamento Interno do DCE

GD: Funcionamento Interno do DCE

O Congresso de Estudantes da UFMT do campus Cuiabá foi realizado nos dias 16, 17 e 18 de semtembro em vários espaços da universidade. Os dois primeiros dias de Congresso foram reservados apenas para discussão do Movimento Estudantil. Foram debatidos temas como “Reforma Universitária”, “Arte, Cultura e Extensão na Universidade”, “Crise do Capital”, “Criminalização dos Movimentos Sociais”.

GD: Como Funciona uma Entidade Democrática

GD: Como Funciona uma Entidade Democrática

No dia 18, os delegados foram à Plenária Final, no Centro Cultural da UFMT para deliberar sobre as propostas que foram discutidas nos dois dias de GDs (Grupos de Discussão). Foram aprovadas na Plenária moções de apoio aos Estudantes da UNEMAT que sofrem pela retirada da Paridade que havia sido aprovada no Congresso Universitário da Universidade, aos Professores da Rede Pública que estão em greve pela regularização do Piso Salarial, aos Trabalhadores dos Correios que também estão em greve pela redução da jornada, sem redução de salário e aos Médicos de Mato Grosso que iniciaram uma greve no início de semtebro pela admissão dos  médicos que foram demitidos.

                     Também na parte da manhã, foram mostradas à plenária as propostas consensuadas na sistematização do Congresso, propostas essas que foram discutidas nos GDs dentre elas a Democratização da Comunicação, Luta pela Paridade, Luta pelo fortalecimento do SUS, Contra a privatização do Restaurante Universitário, Por 10% do PIB para a Educação, Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais etc. Em breve publicaremos todas as resoluções do Congresso.

Plenária Final

                       No período da tarde, foram mostradas a plenária as propostas divergentes. Os delegados votaram nas propostas que a Mesa da Plenária apresentou. Dentre as propostas aprovadas, o Congresso de Estudantes aprovou que o DCE, enquanto entidade, deve continuar atuando nos espaços da UNE e ser Oposição a atual direção Majoritária. Foi aprovado também que o DCE deve ter autonomia financeira. A proposta de estatuto também foi lida para a Plenária. As propostas para um novo estatuto forma elaboradas durantes as discussões nos GDs. Sendo assim, o Estatuto foi para apreciação da Plenária que aprovou o novo estatuto para a Entidade.

                       A Comissão Organizadora agradece aos estudantes que participaram do Congresso que foi importância para o DCE, que terá um novo estatuto, além de fomentar a discussão sobre o Movimento Estudantil entre os Estudantes que tanto nos GDs quanto na Plenária mostraram que um Movimento Estudantil Combativo se faz na luta diária e pela Base!

Leitura das Propostas Consensuais

Leitura das Propostas Consensuais

Leitura do Estatuto

Leitura do Estatuto

Primeiro Dia de Congresso inicia debates sobre a Universidade Pública

                       Hoje, quarta-feira, deu-se início ao Primeiro dia do Congresso de Estudantes da UFMT. Na parte da manhã houve uma Palestra sobre “A Crise do Capital e seus reflexos na Universidade”. Comporam a mesa Lehu Wanio (Diretor de Movimentos Sociais da UNE), Pedro Aparecido (SINDJUFE) e Lico (MST) que exporam a Crise Política conforme a visão do movimento estudantil, classe trabalhadora e movimentos sociais respectivamente.

Palestra "A Crise do Capital e seus reflexos na Universidade Pública"

Palestra "A Crise do Capital e seus reflexos na Universidade Pública"

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                     Na parte da tarde aconteceu um GD (Grupo de Discussão) sobre ”Reforma Universitária”. À noite, houve outro GD sobre “A Crise do Capital e seus reflexos na Universidade”. Os espaços de discussão foram mediados por Jelder Pompeu (Coordenador do DCE e Comissão Organizadora do Congresso).

                       O DCE avalia que o primeiro dia teve boas discussões políticas. Nos GD’s os estudantes colocaram seu ponto de vista sobre a Reforma Universitária e sobre a Crise do Capital. Agradecemos a participação dos estudantes! Amanhã continuam os Grupos de Dicussão, que serão realizados do auditório do ICHS (Instituto de Ciências Humanas e Sociais).

GD: "A Crise do Capital e seus reflexos na Universidade Pública"

GD: "A Crise do Capital e seus reflexos na Universidade Pública"

I Congresso de Estudantes da UFMT começa Quarta-Feira

                        Entre os dias 16 e 18 de setembro será realizado o I Congresso dos Estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Com atividades programadas para acontecer em diversos pontos da universidade, o congresso é uma iniciativa do Diretório Central dos Estudantes (DCE) em parceria com os Centros Acadêmicos (CAs) dos diversos cursos da UFMT.

                      O congresso tem como objetivo proporcionar espaços de discussão entre os estudantes da UFMT sobre o funcionamento e atuação de sua entidade representativa: o Diretório Central dos Estudantes; debater e aprovar as resoluções que irão orientar a atuação da entidade; elaborar e aprovar o estatuto do DCE-UFMT.

Lehu Wanio (Diretor de Movimentos Sociais da UNE) Palestra sobre a Crise do Capital e seus Reflexos na Universidade Pública

Lehu Wanio (Diretor de Movimentos Sociais da UNE) Palestra sobre a Crise do Capital e seus Reflexos na Universidade Pública

                    “Como já acontece há anos em universidades como a USP, Unicamp e outras, o congresso é uma forma de tornarmos o DCE uma entidade cada vez mais democrática”, conta Jelder Pompeo, estudante de Ciências Sociais e coordenador geral do DCE. O evento é aberto à participação de todos, mas somente terão direito à voto na plenária final – espaço em que serão aprovados os pontos do estatuto – os delegados eleitos pelos CAs e pelos estudantes.

                      Foram cinco de dias de Assembléias Gerais realizadas entre osestudantes de todos os cursos da UFMT para que fossem eleitos os dois delegados e dois suplentes que os representarão em todas as discussões. Os delegados participarão de Grupos de Discussão, Mesas Redondas e palestras em que serão formuladas as políticas centrais da entidade, tanto em relação à política, quanto a cultura e financiamento.

                      “Creio que esse espaço será muito rico até para que os

Pedro Aparecido (SINDJUFE) Representante do Movimento Sindical: Palestra sobre a Crise do Capital e seus Reflexos na Universidade Pública

Pedro Aparecido (SINDJUFE) Representante do Movimento Sindical: Palestra sobre a Crise do Capital e seus Reflexos na Universidade Pública

 estudantes compreendam o papel da entidade em sua vida acadêmica. Acho que as coisas ficam um tanto distantes para todo mundo”, afirma Luana Soares, estudante de Letras e coordenadora de comunicação do DCE. Além de movimento estudantil, serão ministradas palestras sobre a Crise Econômica, a Criminalização dos Movimentos Sociais, Arte Cultura e Extensão e outros temas.

Ministro da Educação, Fernando Haddad anunciou que dinheiro do REUNI acabou

universidade

                       Os R$ 2,5 bilhões destinados a financiar os quatro anos de implementação do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) já foram comprometidos nos dois primeiros anos do projeto e não há previsões de como o governo que tomará posse em 2010 arcará com a despesa oriunda desse crescimento desenfreado das universidades públicas, promovido pelo governo Lula.

                       Durante a inauguração do novo prédio do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília – UnB, em 10 de agosto, o ministro da Educação, Fernando Haddad, confirmou que os recursos estão esgotados. “Isso significa que o meu sucessor terá que buscar mais alguns bilhões para atender os reitores das universidades federais”, disse ele, conforme noticiou a Agência Brasil.

                        Haddad anunciou que, em 2010, ano da campanha eleitoral, o orçamento da Educação (em todos os níveis) deverá ser de aproximadamente R$ 53 bilhões, 30% a mais do que o orçamento deste ano, que foi de R$ 40,5 bilhões.

                       Durante a implantação do REUNI em diversas universidades no país, houveram manifestações constestanto o aumento de vagas sem aumento de qualidade. Os estudantes da UFMT realizaram um acapamento em frente a reitoria da universidade, porém de forma coercitiva, a Administração Superior aderiu ao REUNI. Os blocos que não aderissem ao REUNI foram ameaçados a não receber verbas para garantia de qualidade. Todas as mobilizações que ocorreram na época só refletem hoje que os estudantes se organizaram para lutar contra uma medida que traria consequências visíveis a comunidade acadêmica.

30reuni                      Segundo consta no documento produzido pelo GTPE (GT De Políticas Educacionais) do ANDES, o Reuni foi implantado de forma intempestiva a partir da assinatura de Acordos de Metas entre governo federal e reitores de cada instituição, em março de 2008. O tempo destinado a discussão do programa foi pouco ou inexistente, dependendo de cada instituição, entre a promulgação do Decreto n°. 6.096, em abril de 2007, e a apresentação das respectivas propostas ao governo federal.

                       O resultado, ainda conforme o documento, já se apresenta desastroso em 2009 “(…) estudantes aprovados em vestibulares, mas que não cabem nas salas de aula disponíveis; turmas superlotadas por falta de professor das respectivas disciplinas; postergação da efetivação, mesmo que os concursos para contratação de docentes e técnicos estejam decididos ou, mesmo, já tenham sido realizados; falta de infra-estrutura, como laboratórios, bibliotecas, restaurante universitários etc”.

                       Na Universidade Federal do Rio Grande, a expansão do número de vagas para estudantes foi de 35%, enquanto o número de docentes só aumentou 7,7%. Na Universidade Federal Fluminense – UFF, as vagas para estudantes cresceram 66% e o número de professores 9%. “A partir desses números, fica fácil demonstrar que o trabalho do professor duplicou e, mesmo assim, fica difícil manter a mesma qualidade do ensino ofertado”, diz Solange Bretas.

                        Outra discussão que vêm a tona neste momento de crise da universidade pública é a Reforma Universitária. A proposta de Reforma Universitária apenas traz um modelo de educação mercantil, tornando a educação em uma mercadoria que não visa a formação crítica do estudante. Apenas foca no mercado de trabalho e objetivam o lucro. Algumas universidades no país possuem “empresas juniors” em cursos de exatas, humanas e biológicas. Isso mostra a lógica do ensino/educação como mercadoria visando o lucro e não a formação do estudante.

Dados: Associação Nacional dos Docentes de Ensino Superior ANDES/SN

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